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Engefogo Soluções Contra Incêndio

Extintor classe K para cozinha

Óleo de fritura reacende sozinho acima de 300 °C. O agente classe K reage com a gordura e forma uma camada que sela a superfície e impede a reignição.

Combate:Classe K

Óleo de fritura em chamas é classe K, e é o caso em que o extintor errado faz mais estrago que o fogo. A gordura aquecida passa dos 300 °C: apagar a chama sem baixar essa temperatura resolve por alguns segundos, porque os vapores voltam a acender sozinhos.

É por isso que existe um agente específico. Ele não abafa — ele reage quimicamente com a gordura.

Como o agente classe K age

O agente é à base de acetato de potássio. Ao entrar em contato com o óleo quente, ocorre uma saponificação: a gordura se transforma numa camada de espuma espessa que sela a superfície do recipiente. Essa camada faz duas coisas ao mesmo tempo — corta o contato com o oxigênio e mantém o calor abaixo do ponto em que os vapores reacendem.

A descarga também é diferente: sai em jato fino e de baixa pressão, de propósito. Jato forte projetaria o óleo em chamas para fora da fritadeira.

Os dois erros que mais aparecem em cozinha

  • Água no óleo. É o pior de todos. A água ferve instantaneamente ao tocar a gordura a mais de 300 °C e joga gotas em chamas para fora do recipiente, na direção de quem segura o extintor.
  • Pó ABC na fritadeira. Apaga a chama e dá sensação de controle, mas a gordura continua acima do ponto de ignição e reacende. De quebra, o pó é abrasivo e contamina todo o alimento exposto na área.

O que a cozinha precisa de verdade

Classe K não substitui o resto — ele cobre um risco específico. Numa cozinha comercial a combinação usual é:

ÁreaAgente
Fritadeira, chapa, frigideira de volumeClasse K
Bancada, estoque, área de circulaçãoPó químico ABC
Quadro elétrico, equipamento energizadoCO₂

Quantidade, capacidade e posicionamento saem do levantamento no local, pela ABNT NBR 12693 e pela IT 21/2025 do CBPMESP — que tratam da distância máxima a percorrer até o extintor conforme o risco da ocupação. Não é conta que se faça pelo tamanho do salão.

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Perguntas frequentes

O extintor classe K, com agente à base de acetato de potássio. Ele reage quimicamente com a gordura quente e forma uma camada de espuma que sela a superfície do óleo, impedindo que os vapores reacendam. Pó ABC e CO₂ apagam a chama, mas não impedem a reignição.

Porque a água entra em ebulição instantânea ao tocar o óleo a mais de 300 °C e projeta gotas de gordura em chamas para fora do recipiente. O jato espalha o incêndio em vez de apagá-lo, e atinge quem está segurando o extintor.

Serve para o restante da cozinha — bancada, elétrica, lixo — mas não para o óleo em chamas. O pó apaga a chama visível sem baixar a temperatura da gordura, que continua acima do ponto de ignição e reacende. Além disso, o pó contamina todo o alimento exposto.

Cozinha comercial com fritadeira, chapa ou frigideira de grande volume é o cenário em que ele se aplica. A quantidade e o posicionamento saem do levantamento no local, pela ABNT NBR 12693 e pela IT 21/2025 do CBPMESP — não pelo tamanho do salão.

Não. Ele cobre o risco do óleo; o restante do ambiente continua exigindo o agente adequado a cada classe. Numa cozinha comercial é comum a combinação de classe K junto ao equipamento de fritura e pó ABC ou CO₂ nas demais áreas.

Normas de referência

  • ABNT NBR 12693 Sistemas de proteção por extintores de incêndio
  • ABNT NBR 12962 Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio
  • IT 21/2025 do CBPMESP Sistema de proteção por extintores de incêndio

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